Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

O pirilampo e a lamparina!

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Luzes estranhas entre si

A lamparina e o pirilampo

Trocavam versos embevecidos

Um era luz em movimento

E o outro o sofrimento incendiado

E o pirilampo então cansado

Do acende e apaga dessa vida

Pousou na saia dessa noite

A tagarelar com a lamparina

Uma menina iluminada

Com sua luz então parada

Trocando versos faiscantes

Como sonhos de artifícios

Era mesmo um sacrifício

Luzes pela natureza diferenciadas

Evitavam a proximidade

Mas, mesmo assim traziam os olhos ardentes

Pois que a lamparina de hálito quente

Mesmo contra a própria vontade

Punha então distante o pirilampo adolescente

Que como todo ser vivo

Tinha o instinto atuante

E entre o amor e uma tal mortalha

O pirilampo deu adeus

A labareda encantada que nunca falha

E as faíscas que o valha

Pôs–se a caminho da floresta

Desencantado e cabisbaixo

Olhando estrelas de soslaio

Que sorriam do estranho encontro encanto

Cantando ao pisca-pisca silencioso refrão

Pirilampo assanhado

Corre o risco de ser beijado

E morrer de amor assado!

*&*

Rimas infantis…

Ademário da Silva

10 de junho de 2017

 

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