Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendi, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

ESTUDOS DO LIVRO: “LIÇÕES PARA A FELICIDADE”

Divaldo Franco e o Espírito: Joanna de Ângelis

  1. ASPIRAÇÕES MÁXIMAS

#

  1. Os Espíritos são bons ou maus, ou são eles mesmo que se melhoram?
  2. “São os próprios Espíritos que se melhoram e, melhorando-se, passam de uma orem inferior para outra mais elevada”.

 

 

O ser humano, educado conforme as convenções sociais, não raro preocupa-se apenas com os valores imediatos e de respostas objetivas, concretas, que facultem alegrias momentâneas.

As suas ambições giram em torno daquilo que pode ser transformado em lucro, cujos resultados atendam aos interesses existenciais, envolvendo-o em novas buscas para favorecer lhe o prazer e poder mais grandiosos.

O imediatismo transforma-se na única meta que persegue. E mesmo quando pensa no futuro, esse se lhe apresenta como oportunidade de prosseguir desfrutando tais concessões, que podem ser conseguidas através do poder aquisitivo e dos relacionamentos com os quais se identifica.

Impensadamente acredita que toda existência deverá transcorrer em forma de agradável jornada de gozos e experiências compensadoras, sem dar-se conta dos incidentes naturais e dos problemas que dizem respeito á própria organização molecular na qual se encontra mergulhado.

Vagas ideias á respeito da vida espiritual fazem parte da sua agenda de informações, dando-lhe um significado secundário, como se a mesma fosse uma ficção que merece vez ou outra, algum comentário, do qual s extraiam considerações mitológicas, irreais…  

O corpo é a sua fonte de prazer, e todas as energias são direcionadas para a sua manutenção, preservação e concessões a ele pertinentes.

Surpreendido, porém, pelos fenômenos biológicos ou psicológicos que lhe constituem a maquinaria de uso, e que não lhe correspondam aos apetites e planos delineados, deixa-se se arrastar pelo corredor estreito dos conflitos ou da amargura, reclamando e exigindo alteração de ocorrência, em face do que observa nos outros, naqueles que se lhe apresentam como tipos padrões que sempre parecem felizes e sem problemas.

Essa miopia espiritual é responsável por larga faixa de depressivos, exaltados, toxicômanos, pervertidos, ansiosos, desequilibrados.

Mediante uma ótica totalmente distorcida, esse indivíduo acredita-se credor da Vida e nunca dependente, cujos meandros deveria percorrer com diferente comportamento.

O hedonismo que nele predomina é força de coerção asfixiante, que a cada dia torna-se mais selvagem e impiedoso, afligindo-o sem cessar…

A transitoriedade do corpo é, sem dúvida, uma benção para o Espírito, porque se encarrega de vencer a arrogância de uns e a supremacia de outros, o orgulho de alguns e a presunção de diversos, em razão de a todos conduzir dentro das mesmas expressões de fragilidade e de necessidades equivalentes.

Não obstante essa circunstância, que é fundamental e definidora de vida, não são escassos aqueles que permanecem no pedestal do ufanismo, acreditando-se ou fingindo acreditar-se diferentes, superiores, merecedores de todos os favores que supõem merecer.

Nenhuma acusação a quem assim procede. Apenas é de lamentar que, na atual conjuntura espiritual da Terra, ainda permaneçam pessoas ignorando a realidade de si mesmas, os objetivos superiores a que se devem entregar, o significado das suas existências, os melhores métodos e recursos para adquirir a felicidade sem jaça e alcançar a harmonia ideal.

O tempo, na sua imutabilidade, devora todas as construções ilusórias…

Passando-se através dele, esboroam-se os castelos da fantasia das edificações da vaidade.

Nações sucedem-se, umas ás outras, com as suas glórias e decadências, suas realizações poderosas e temporárias, deixando escritas, nas estelas de pedras calcinadas pelo Sol ardente e sob os lençóis de águas oceânicas ou de areias dos desertos, as ruínas daquilo que antes fora esplendor e grandeza.

Povos inteiros sucumbiram e os vestígios das suas jornadas são estudados, em vãs tentativas de buscar-se respostas para a sua forma de vida, as suas atividades e os seus dias ora ultrapassados.

Homens e mulheres notáveis assinalaram os seus momentos nessa história admirável, que é a saga da conquista do infinito e, principalmente, da imortalidade.

São essas páginas vivas de ontem que se apresentam mortas nos monumentos e obras eloquentes, que devem servir de advertência a todos aqueles que vivem estes momentos de conquistas e de exaltação, ambicionando  pelo prolongamento do tempo no corpo, sem dar-se conta da maior vitória, que é aquela adquirida sobre a morte.

O ser imortal é o grande vencedor de todos os embates. Penetrar-lhe a origem, o destino e interpretar-lhe as disposições para auto vencer-se, há de tornar-se o programa racional a cada homem e mulher se devem vincular, dedicando-se a elucidação das incógnitas que surjam pela frente.

Nessa tentativa de entender o mundo causal de onde procede e para o qual retornará, desenvolver-se-lhe-á o sentido da dignidade e cuja ambição máxima deverá ser aquela que diz respeito á sua realidade profunda, que lhe facultará um avanço incomum para a conquista de si mesmo.

O carro orgânico passa muito rápido pelas estradas do tempo, mas o Espírito imortal vence-o com galhardia, porque se encontra em conjuntura diversa do seu impositivo.

Conta Heródoto de Halicarnasso que o rei de Creso da Lídia era possuidor da maior fortuna existente no seu tempo. Seus palácios e bens somavam importância extraordinária, no entanto, sendo pai de dois jovens, um deles era surdo-mudo, não podendo dar continuidade a governança do povo e o outro, a quem desejava tornar rei, foi vítima de um augúrio cruel, revelando que seria morto por uma lança ou flecha, o que aconteceu para infelicidade do genitor.

Recebendo, oportunamente, Sólon, o sábio ateniense, no seu suntuoso palácio, aguardou que o nobre visitante o elogiasse e, por todos os meios tentou descobrir-lhe o pensamento a respeito da sua importância.

Como Sólon se mantivesse discreto e o advertisse indiretamente quanto ao tempo, ficou magoado e desiludido.

Posteriormente, desencadeando a guerra contra Ciro, rei dos persas, foi batido em diversas batalhas até que tombou prisioneiro do adversário poderoso.

Levado ao poste da humilhação para ser queimado, teria exclamado: – Oh! Sólon, como tinhas razão…

Casualmente passando junto ao que seria a fogueira pronta para consumir o vencido, Ciro ouviu-lhe a exclamação, e porque fosse admirador de Sólon, mandou libertá-lo, e indagou-lhe porque a ele se referira, havendo o monarca em desgraça contado o que acontecera quando recepcionou o sábio.

Compadecido, Ciro poupou-lhe a vida manteve-o a seu serviço pelo resto de sua existência…

Ali estava muito bem representada a transitoriedade das glórias terrenas, quando o rei passou a vassalo…

Somente na conquista dos valores eternos é que o ser adquire bens que não se transferem de mãos e harmonia que nada vence.

 

 

Aspirações : s.f. Ação ou efeito de aspirar. Figurado. Vontade imensa de conseguir alguma coisa; sonho ou ambição: aspiração por um futuro…

 

Convenções sociais: Acordo realizado entre duas ou mais pessoas, instituições; pacto, contrato: convenção verbal. Normas ou regras…

 

Concessões: s.f. Permissão para realizar algo; autorização, licença: concessão de vistos. Ação de ceder algo a alguém; outorga: concessão de…

 

Preservação: Proteção; conjunto dos atos, ações, medidas e procedimentos que buscam garantir a conservação e a permanência de alguma coisa: preservação do ambiente; preservação dos direitos humanos.

 

Fenômenos: Proteção; conjunto dos atos, ações, medidas e procedimentos que buscam garantir a conservação e a permanência de alguma coisa: preservação do ambiente; preservação dos direitos humanos.

 

 Biológicos: Relativo à biologia.

 

 Psicológicos: adjetivo

relativo ou pertencente à psicologia.

pertencente à psique ou aos fenômenos mentais ou emocionais.

que faz uso da psicologia para atingir um fim.

“guerra p.” : em que são mostrados e/ou enfatizados os lados psicológicos do comportamento e das motivações humanas.

“romance, filme p.”

Miopia: é uma doença do olho caracterizada por má visão à distância. Isto ocorre devido a um defeito de convergência dos raios luminosos, o que faz com que a imagem de objetos distantes se forme à frente da retina, em vez de na própria retina.[1][2] Isto leva a que os objetos distantes sejam vistos desfocados, enquanto que os objetos próximos parecem normais. Entre outros possíveis sintomas como dores de cabeça e astenopia.[2] A miopia grave aumenta o risco de descolamento de retina, cataratas e glaucoma.[3]

Toxicômanos: Indivíduo dado ao uso habitual de entorpecentes.

 

Ufanismo:  Comportamento de quem se orgulha exageradamente de algo. Patriotismo em excesso; orgulho desmedido de seu próprio país: o ufanismo aparece em competições esportivas.

 

Imutabilidade: Característica, particularidade ou condição do que é imutável; estabilidade.

 

Decadências: Ação ou efeito de decair. Condição ou estado daquilo que está se deteriorando ou tende a se extinguir; declínio: decadência da cultura antropófaga. Estado de degradação; que está próximo do fim ou da ruína. Que está começando a enfraquecer; enfraquecimento ou empobrecimento. Período em que aconteceu algum tipo de degradação; momento em que alguma coisa deixou de existir.[História] Momento histórico em que houve alguma regressão no âmbito político, cultural e/ou artístico.[História] Período que corresponde aos últimos séculos de existência do Império Romano.[Jurídico] Cessação de um direito por não ter sido utilizado em tempo legal.(Etm. do latim: decadentia.ae)

Vestígios: Rastro; pegada deixada pelos pés ou pelas patas no lugar em que se passa. Indício; o que marca a passagem ou a ocorrência de: vestígios de ocupação humana.[Figurado] Resquício; o que sobrou: os ossos são vestígios do crime.[Figurado] Sinal; o que remanesce de algo: a tristeza era seu vestígio de arrependimento.(Etm. do latim: vestigium.ii)

Incógnitas: Grandeza que deve ser encontrada para a resolução de uma equação ou problema; valor representado por essa grandeza: a letra x designa a incógnita.[Por Extensão] Enigma; o que não se pode determinar; que não se conhece ou é impossível de se conhecer: sua decisão é uma incógnita.[Por Extensão] Que é desconhecido: a receita é uma incógnita.(Etm. Fem. de incógnito)

Galhardia: Airosidade; elegância; bizarria. Generosidade, grandeza de ânimo. Esforço, bravura..

Conjuntura: Coincidência de fatos diversos ou opostos. Circunstâncias. Situação embaraçosa.

Augúrio: [Antigo] Previsão realizada pelos sacerdotes, entre os romanos, que se diziam adivinhar o futuro, baseando-se no canto ou no voo das aves.[Por Extensão] O que se previa; a previsão do futuro; vaticínio.

Transitoriedade: Característica, estado ou particularidade do que é momentâneo, temporário ou transitório; temporariedade.(Etm. Transitóri (o) + (e) dade)

Vassalo: Súdito; aquele que estava submisso às ordens ou tributos do soberano, senhor feudal, no feudalismo.[Figurado] Pessoa que se submete às ordens de outra; o que é dependente de uma outra coisa. adj. Tributário; que é obrigado a pagar os tributos a alguém.[Figurado] Que é dependente de algo ou de alguém.

Airosidade: Característica do que é airoso (gentil ou elegante).Que possui uma ótima aparência; que demonstra gentileza e elegância.  Que se comporta de maneira amável e gentil; garbo.(Etm. airoso + (i)dade/ do espanhol: airosidad)

Airosidade é sinônimo de: esbelteza, donaire, elegância, garbo

Estelas: s.f. Entre os egípcios e os gregos, monólito. Coluna quebrada, marco, placa de pedra com inscrição, geralmente funerária. sf

(gr stéle+grafo+ia) Arte de fazer inscrições em colunas.

#

Facilitador:

Ademário da Silva

02 de novembro de 2016.

 

 

 

 

 

ESTUDOS DO LIVRO: “LIÇÕES PARA A FELICIDADE”

Divaldo Franco e o Espírito: Joanna de Ângelis

  1. ASPIRAÇÕES MÁXIMAS

#

  1. Os Espíritos são bons ou maus, ou são eles mesmo que se melhoram?
  2. “São os próprios Espíritos que se melhoram e, melhorando-se, passam de uma orem inferior para outra mais elevada”.

 

 

O ser humano, educado conforme as convenções sociais, não raro preocupa-se apenas com os valores imediatos e de respostas objetivas, concretas, que facultem alegrias momentâneas.

As suas ambições giram em torno daquilo que pode ser transformado em lucro, cujos resultados atendam aos interesses existenciais, envolvendo-o em novas buscas para favorecer lhe o prazer e poder mais grandiosos.

O imediatismo transforma-se na única meta que persegue. E mesmo quando pensa no futuro, esse se lhe apresenta como oportunidade de prosseguir desfrutando tais concessões, que podem ser conseguidas através do poder aquisitivo e dos relacionamentos com os quais se identifica.

Impensadamente acredita que toda existência deverá transcorrer em forma de agradável jornada de gozos e experiências compensadoras, sem dar-se conta dos incidentes naturais e dos problemas que dizem respeito á própria organização molecular na qual se encontra mergulhado.

Vagas ideias á respeito da vida espiritual fazem parte da sua agenda de informações, dando-lhe um significado secundário, como se a mesma fosse uma ficção que merece vez ou outra, algum comentário, do qual s extraiam considerações mitológicas, irreais…  

O corpo é a sua fonte de prazer, e todas as energias são direcionadas para a sua manutenção, preservação e concessões a ele pertinentes.

Surpreendido, porém, pelos fenômenos biológicos ou psicológicos que lhe constituem a maquinaria de uso, e que não lhe correspondam aos apetites e planos delineados, deixa-se se arrastar pelo corredor estreito dos conflitos ou da amargura, reclamando e exigindo alteração de ocorrência, em face do que observa nos outros, naqueles que se lhe apresentam como tipos padrões que sempre parecem felizes e sem problemas.

Essa miopia espiritual é responsável por larga faixa de depressivos, exaltados, toxicômanos, pervertidos, ansiosos, desequilibrados.

Mediante uma ótica totalmente distorcida, esse indivíduo acredita-se credor da Vida e nunca dependente, cujos meandros deveria percorrer com diferente comportamento.

O hedonismo que nele predomina é força de coerção asfixiante, que a cada dia torna-se mais selvagem e impiedoso, afligindo-o sem cessar…

A transitoriedade do corpo é, sem dúvida, uma benção para o Espírito, porque se encarrega de vencer a arrogância de uns e a supremacia de outros, o orgulho de alguns e a presunção de diversos, em razão de a todos conduzir dentro das mesmas expressões de fragilidade e de necessidades equivalentes.

Não obstante essa circunstância, que é fundamental e definidora de vida, não são escassos aqueles que permanecem no pedestal do ufanismo, acreditando-se ou fingindo acreditar-se diferentes, superiores, merecedores de todos os favores que supõem merecer.

Nenhuma acusação a quem assim procede. Apenas é de lamentar que, na atual conjuntura espiritual da Terra, ainda permaneçam pessoas ignorando a realidade de si mesmas, os objetivos superiores a que se devem entregar, o significado das suas existências, os melhores métodos e recursos para adquirir a felicidade sem jaça e alcançar a harmonia ideal.

O tempo, na sua imutabilidade, devora todas as construções ilusórias…

Passando-se através dele, esboroam-se os castelos da fantasia das edificações da vaidade.

Nações sucedem-se, umas ás outras, com as suas glórias e decadências, suas realizações poderosas e temporárias, deixando escritas, nas estelas de pedras calcinadas pelo Sol ardente e sob os lençóis de águas oceânicas ou de areias dos desertos, as ruínas daquilo que antes fora esplendor e grandeza.

Povos inteiros sucumbiram e os vestígios das suas jornadas são estudados, em vãs tentativas de buscar-se respostas para a sua forma de vida, as suas atividades e os seus dias ora ultrapassados.

Homens e mulheres notáveis assinalaram os seus momentos nessa história admirável, que é a saga da conquista do infinito e, principalmente, da imortalidade.

São essas páginas vivas de ontem que se apresentam mortas nos monumentos e obras eloquentes, que devem servir de advertência a todos aqueles que vivem estes momentos de conquistas e de exaltação, ambicionando  pelo prolongamento do tempo no corpo, sem dar-se conta da maior vitória, que é aquela adquirida sobre a morte.

O ser imortal é o grande vencedor de todos os embates. Penetrar-lhe a origem, o destino e interpretar-lhe as disposições para auto vencer-se, há de tornar-se o programa racional a cada homem e mulher se devem vincular, dedicando-se a elucidação das incógnitas que surjam pela frente.

Nessa tentativa de entender o mundo causal de onde procede e para o qual retornará, desenvolver-se-lhe-á o sentido da dignidade e cuja ambição máxima deverá ser aquela que diz respeito á sua realidade profunda, que lhe facultará um avanço incomum para a conquista de si mesmo.

O carro orgânico passa muito rápido pelas estradas do tempo, mas o Espírito imortal vence-o com galhardia, porque se encontra em conjuntura diversa do seu impositivo.

Conta Heródoto de Halicarnasso que o rei de Creso da Lídia era possuidor da maior fortuna existente no seu tempo. Seus palácios e bens somavam importância extraordinária, no entanto, sendo pai de dois jovens, um deles era surdo-mudo, não podendo dar continuidade a governança do povo e o outro, a quem desejava tornar rei, foi vítima de um augúrio cruel, revelando que seria morto por uma lança ou flecha, o que aconteceu para infelicidade do genitor.

Recebendo, oportunamente, Sólon, o sábio ateniense, no seu suntuoso palácio, aguardou que o nobre visitante o elogiasse e, por todos os meios tentou descobrir-lhe o pensamento a respeito da sua importância.

Como Sólon se mantivesse discreto e o advertisse indiretamente quanto ao tempo, ficou magoado e desiludido.

Posteriormente, desencadeando a guerra contra Ciro, rei dos persas, foi batido em diversas batalhas até que tombou prisioneiro do adversário poderoso.

Levado ao poste da humilhação para ser queimado, teria exclamado: – Oh! Sólon, como tinhas razão…

Casualmente passando junto ao que seria a fogueira pronta para consumir o vencido, Ciro ouviu-lhe a exclamação, e porque fosse admirador de Sólon, mandou libertá-lo, e indagou-lhe porque a ele se referira, havendo o monarca em desgraça contado o que acontecera quando recepcionou o sábio.

Compadecido, Ciro poupou-lhe a vida manteve-o a seu serviço pelo resto de sua existência…

Ali estava muito bem representada a transitoriedade das glórias terrenas, quando o rei passou a vassalo…

Somente na conquista dos valores eternos é que o ser adquire bens que não se transferem de mãos e harmonia que nada vence.

 

 

Aspirações : s.f. Ação ou efeito de aspirar. Figurado. Vontade imensa de conseguir alguma coisa; sonho ou ambição: aspiração por um futuro…

 

Convenções sociais: Acordo realizado entre duas ou mais pessoas, instituições; pacto, contrato: convenção verbal. Normas ou regras…

 

Concessões: s.f. Permissão para realizar algo; autorização, licença: concessão de vistos. Ação de ceder algo a alguém; outorga: concessão de…

 

Preservação: Proteção; conjunto dos atos, ações, medidas e procedimentos que buscam garantir a conservação e a permanência de alguma coisa: preservação do ambiente; preservação dos direitos humanos.

 

Fenômenos: Proteção; conjunto dos atos, ações, medidas e procedimentos que buscam garantir a conservação e a permanência de alguma coisa: preservação do ambiente; preservação dos direitos humanos.

 

 Biológicos: Relativo à biologia.

 

 Psicológicos: adjetivo

relativo ou pertencente à psicologia.

pertencente à psique ou aos fenômenos mentais ou emocionais.

que faz uso da psicologia para atingir um fim.

“guerra p.” : em que são mostrados e/ou enfatizados os lados psicológicos do comportamento e das motivações humanas.

“romance, filme p.”

Miopia: é uma doença do olho caracterizada por má visão à distância. Isto ocorre devido a um defeito de convergência dos raios luminosos, o que faz com que a imagem de objetos distantes se forme à frente da retina, em vez de na própria retina.[1][2] Isto leva a que os objetos distantes sejam vistos desfocados, enquanto que os objetos próximos parecem normais. Entre outros possíveis sintomas como dores de cabeça e astenopia.[2] A miopia grave aumenta o risco de descolamento de retina, cataratas e glaucoma.[3]

Toxicômanos: Indivíduo dado ao uso habitual de entorpecentes.

 

Ufanismo:  Comportamento de quem se orgulha exageradamente de algo. Patriotismo em excesso; orgulho desmedido de seu próprio país: o ufanismo aparece em competições esportivas.

 

Imutabilidade: Característica, particularidade ou condição do que é imutável; estabilidade.

 

Decadências: Ação ou efeito de decair. Condição ou estado daquilo que está se deteriorando ou tende a se extinguir; declínio: decadência da cultura antropófaga. Estado de degradação; que está próximo do fim ou da ruína. Que está começando a enfraquecer; enfraquecimento ou empobrecimento. Período em que aconteceu algum tipo de degradação; momento em que alguma coisa deixou de existir.[História] Momento histórico em que houve alguma regressão no âmbito político, cultural e/ou artístico.[História] Período que corresponde aos últimos séculos de existência do Império Romano.[Jurídico] Cessação de um direito por não ter sido utilizado em tempo legal.(Etm. do latim: decadentia.ae)

Vestígios: Rastro; pegada deixada pelos pés ou pelas patas no lugar em que se passa. Indício; o que marca a passagem ou a ocorrência de: vestígios de ocupação humana.[Figurado] Resquício; o que sobrou: os ossos são vestígios do crime.[Figurado] Sinal; o que remanesce de algo: a tristeza era seu vestígio de arrependimento.(Etm. do latim: vestigium.ii)

Incógnitas: Grandeza que deve ser encontrada para a resolução de uma equação ou problema; valor representado por essa grandeza: a letra x designa a incógnita.[Por Extensão] Enigma; o que não se pode determinar; que não se conhece ou é impossível de se conhecer: sua decisão é uma incógnita.[Por Extensão] Que é desconhecido: a receita é uma incógnita.(Etm. Fem. de incógnito)

Galhardia: Airosidade; elegância; bizarria. Generosidade, grandeza de ânimo. Esforço, bravura..

Conjuntura: Coincidência de fatos diversos ou opostos. Circunstâncias. Situação embaraçosa.

Augúrio: [Antigo] Previsão realizada pelos sacerdotes, entre os romanos, que se diziam adivinhar o futuro, baseando-se no canto ou no voo das aves.[Por Extensão] O que se previa; a previsão do futuro; vaticínio.

Transitoriedade: Característica, estado ou particularidade do que é momentâneo, temporário ou transitório; temporariedade.(Etm. Transitóri (o) + (e) dade)

Vassalo: Súdito; aquele que estava submisso às ordens ou tributos do soberano, senhor feudal, no feudalismo.[Figurado] Pessoa que se submete às ordens de outra; o que é dependente de uma outra coisa. adj. Tributário; que é obrigado a pagar os tributos a alguém.[Figurado] Que é dependente de algo ou de alguém.

Airosidade: Característica do que é airoso (gentil ou elegante).Que possui uma ótima aparência; que demonstra gentileza e elegância.  Que se comporta de maneira amável e gentil; garbo.(Etm. airoso + (i)dade/ do espanhol: airosidad)

Airosidade é sinônimo de: esbelteza, donaire, elegância, garbo

Estelas: s.f. Entre os egípcios e os gregos, monólito. Coluna quebrada, marco, placa de pedra com inscrição, geralmente funerária. sf

(gr stéle+grafo+ia) Arte de fazer inscrições em colunas.

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Facilitador:

Ademário da Silva

02 de novembro de 2016.

 

 

 

 

 

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