Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

MISSIONÁRIOS  DA  LUZ !

Francisco C. Xavier (André Luiz)  

 

 

Capítulo – 3

 

Desenvolvimento mediúnico

 

. -Alguns – explicou Alexandre pretendem a psicografia, outros tentam a mediunidade de incorporação. Infelizmente, porém, quase todos confundem poderes psíquicos com funções fisiológicas. Acreditam no mecanismo absoluto da realização e esperam o progresso eventual e problemático, esquecidos de que todaedificação da alma requer disciplina, educação, esforço e perseverança.

Mediunidade construtiva é a língua de fogo do Espírito Santo, luz divina para a qual é preciso conservar o pavio do amor cristão, o azeite da boa vontade pura.

Ninguém pode trair a lei Impunemente, e, para subir, Espírito algum dispensará o esforço de si mesmo, no aprimoramento íntimo…

Esquece-se de que tudo é espírito, manifestação divina e energia eterna. O erro de nosso amigo é o de todos os religiosos que supõem a alma absolutamente separada do corpo físico, quando todas as manifestações psicofísicas se derivam da influenciação espiritual.

Perante estes quadros, pode você avaliar a extensão das necessidades educativas na esfera da Crosta. A mente encarnada engalanou-se com os valores intelectuais e fez o culto da razão pura, esquecendo-se de que a razão humana precisa de luz divina.

 

– O Espiritismo cristão é a revivescência do Evangelho de Nosso Senhor Jesus – Cristo, e a mediunidade constitui um de seus fundamentos vivos. A mediunidade, porém, não é exclusiva dos chamados «médiuns». Todas as criaturas a possuem, porquanto significa percepção espiritual, que deve ser incentivada em nós mesmos. Não bastará, entretanto, perceber. É imprescindível santificar essa faculdade, convertendo-a no ministério ativo do bem. A maioria dos candidatos ao desenvolvimento dessa natureza, contudo, não se dispõe aos ser­viços preliminares de limpeza do vaso receptivo.

Dividem, inexoravelmente, a matéria e o espírito, localizando-os em campos opostos, quando nós, estudantes da Verdade, ainda não conseguimos identificar rigorosamente as fronteiras entre uma e outro, integrados na certeza de que toda a organização universal se baseia em vibrações puras.

Ora, para os que se trancafiam nos cárceres de sombra, não é fácil desenvolver percepções avançadas.

Não se pode cogitar de mediunidade construtiva, sem o equilíbrio construtivo dos aprendizes, na sublime ciência do bem-viver.

É verdade que sonham edificar maravilhosos castelos, sem base; alcançar imensas descobertas exteriores, sem estudarem a si próprios; mas, gradativamente, compreenderão que mediunidade elevada ou percepção edificante não constituem atividades mecânicas da personalidade e sim conquistas do Espírito, para cuja consecução não se pode prescindir das iniciações dolorosas, dos trabalhos necessários, com a auto-educação sistemática e perseverante.

 

***

No Invisível

Léon Denis

PRIMEIRA PARTE

 

O Espiritismo experimental:

VIII – As leis da comunicação espírita. Pág. = 41

 

Sabemos que tudo vibra e irradia no Universo porque tudo é força, luz e vida. Penetra a Natureza, em seus menores átomos, uma energia infinita – origem de todos os fenômenos. Identicamente, cada Espírito, livre ou encarnado, possui, conforme o seu grau de adiantamento e de pureza, uma irradiação cada vez mais rápida, intensa, luminosa.

A lei das atrações e correspondências rege todas as coisas; as vibrações, atraindo vibrações similares, aproximam e vinculam as almas, os corações, os pensamentos.

Nossos maus desejos e concupiscências criam em torno de nós uma atmosfera fluídica impura, propícia à ação das influências da mesma ordem, ao passo que as nobres aspirações atraem as salutares vibrações, as irradiações das esferas superiores.

Tal é o princípio da evolução; reside na capacidade, que possui o indivíduo, de assimilar as forças misteriosas da Natureza, para se elevar, mediante o seu auxílio, e ascender gradualmente até a causa das causas, à fonte inexaurível de que procede toda a vida.

***

 

Comentários meus…

***

Santa e bendita Mediunidade!

*

Santa e bendita mediunidade

Laço de aprendizado, preocupações e afinidades

Em tons de sombras e luzes

Urge abraçar a causa evolutiva

Descobrir-te os segredos e benefícios

Nos bulícios de provas e expiações

***

Tu, mediunidade, se-nos escancara

Necessidades e obrigações

No culto da hora e do serviço

Mostrando-nos a moldura de luz

Do Irmão e Mestre Jesus, o Cristo

Nas sendas do tempo e das reencarnações

Sob as bênçãos de amizades, inimizades e reconciliações!

***

Olho-te a magistratura, estrutura e luminosidade

Curvo-me, ante minhas imperfeições

E agradeço ao Criador Todo Bondoso

Suas raízes de luz!

***

Obrigo, por minha própria necessidade

Desvendar-te as intenções e ideais

Sob as asas da disciplina e da bondade

Que emana do amor que a tudo conduz!

***

Estiveram em seus braços

Iniciados e leigos

Mestres, discípulos e entendidos

Por que a Misericórdia do Pai assim permite

E também por que aos seus encantos ninguém resiste

E colocastes sobre a mesa do tempo

A ciência, a religião e a filosofia

Nas fraldas de um novo dia!

***

Em os “Atos dos Apóstolos” repartistes os dons

E os sons da espiritualidade existente

Ribombaram nos tímpanos das sombras vigentes

Então surgiram dúvidas, contradições e crendices

Nas salas de aprendizados

Que foram templos, magias e mitologias

Alighiere Dante perplexo

 

Até os fenômenos horripilantes dos quintais americanos

Ás mesas girantes de Paris

A tua estrela, mediunidade

Abriu-se feito asas sobre a nossa consciência

Das irmãs Fox á Camille Flammarion e Ermance Dufaux

A cesta de bico e a tiptologia

Denizard Rivail intumesce o pavio de luz e bom senso

***

E surges mediunidade, vestida de verdades

Não antes alcançadas

E século e meio se passa

E como alertou Paulo, buscamos-te ainda o leite

Pra ingestão rápida e deglutição insciente

Indecisos ante o teu semblante de luz

Querendo teus favores, benefícios e graças

Ainda, trabalhadores da hora primeira

Exigindo-te primazia!

***

E tu, mediunidade avança, luz de alta grandeza

Separando o trigo do joio

No comboio de aprendizes

Abre-se como placenta iluminada

Parturiando nova jornada a cada instante

***

Tiremos nossos olhares da beira do cais

Miremos o infinito horizonte

Lembremo-nos sempre do Insigne Mestre de Nazaré

“Sois deuses” chamados ao trabalho de si

Na seara da sensibilidade e da luz

Luz que implica em ciência, filosofia e atitude

E como abelha que a flor poliniza

Extraindo-lhe o néctar que alimenta

Deixemos esparramar a água dessa placenta

E permitamos o parto da renovação!

***

Discernindo espíritos e oportunidades

Orientadores, necessitados e protetores

No mesmo laço e na velha amizade

Sob a regência da amiga mediunidade

E coloquemos os pés no chão

O livro na mão

O coração na tempestade

E deixemos germinar a sensibilidade

Que requer disciplina e mudanças

Em nosso modo de ser, pensar e sentir!

Espera-nos:

Um novo fazer, um novo querer

Um conquistar-se a si mesmo!

***

Ademário da Silva… Sob as bênçãos da intuição.

27/março/2014.

 

 

 

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