Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

Ame a si mesmo!

O Amigo Maior!!!

Jesus, Farol e Guia da humanidade!

As pessoas só nos atingem quando damos poder á elas.

Zíbia Gasparetto

***

Com esse entendimento, guardar mágoas e ressentimentos é pura perda de tempo, é o mesmo que gastar a economia espiritual com os supérfluos da vaidade e do orgulho.

Tudo aquilo que se nos bate na consciência, no coração e na alma chega até nós pela palma da afinidade… A afinidade mental, emocional ou moral… O prisma de manifestação é o humor espiritual, que pode conter em si a tristeza ou a alegria, o bem viver ou o mal viver, o equilíbrio ou as oscilações que as inseguranças ou o medo se nos transmite…

Acredito que podemos colocar nos recipientes da afinidade alguns sentimentos que o verniz social tenta camuflar nos desvãos ilusórios das ‘etiquetas’ ditas educativas… Quando alguém obedece nem sempre podemos afirmar que há anuência plena de emoção e moral, de conhecimento e experiência á encaminhar ordem e acatamento para um canal de puro entendimento.

Quando se apresenta a similitude de opinião e gosto, pode ser simplesmente a manifestação de grau idêntico conhecimento e educação, não necessariamente tendo que ser fruto de afinidade autentica.

A educação amealhada no ambiente familiar sempre se nos chega como fruto daquilo que os nossos pais conseguiram ao longo de suas experiências existenciais, e nesse bojo assimilamos as influências, a religião, a filosofia e o ideal, que eles tentam nos passar, acreditando nos efeitos que tiveram pra si mesmos. E nós passamos pela infância, adolescência até chegarmos á maturidade, filtrando todos esses ensinamentos no cadinho da nossa própria personalidade. Tudo isso, aventando a possibilidade de que essa relação ganhou as características de confiança e fé… Por que quando não é assim, a incompatibilidade toma conta dos gestos, palavras e pensamentos, e o resultado disso serão os vínculos espirituais colocados em riscos, ou pelo menos a probabilidade de se firmar esses laços…

Quando mergulhamos na relação social, pensamos estar prontos e verificamos o ledo engano ao perceber que falta ainda aquilo que o tempo, a vida e a nossa postura e até coragem, vai se nos acrescentar ainda…

E esse mergulho passa pelas escolas, faculdades, empresas e ambientes lúdicos que a sociedade oferece que são na verdade outros patamares de aprendizados á sedimentar-nos as experiências necessárias ao crescimento ético e espiritual, que todos buscamos, ou pelo devemos buscar, pra alcançarmos a maturidade qual fruto dos nossos próprios passos na seara da vida…

O manancial educativo que levamos de dentro de casa para as ruas da vida determinará não só as nossas posturas, mas também afinidades, compatibilidades ou oposições emocionais e morais, consagrando amizades e desafeições ao longo das nossas experiências com a vida e as pessoas em suas mais variadas estirpes espirituais…

Com os recursos adquiridos, o apoio paterno maternal, a escolaridade e a profissionalização, a personalidade ainda como reflexo do ambiente familiar, nem sempre conseguimos traduzir a segurança e a firmeza no trato com as pessoas e poderemos sofrer nessa relação se não fizermos valer o correto, o honesto e tudo que há de bom…

Por isso Jesus nos ensinou: “Seja o seu falar: sim, sim; não, não.”

O direito de ir e vir, de estar e se ausentar, de fazer e criar, de pensar e se expressar e outros tantos são inerentes á todos os seres humanos, independente das chamadas classes sociais; posto que usam equipamentos mensurados pelo orgulho e a vaidade. Então os títulos, as condições econômicas e culturais; as posições de mando e poder ditam regras que não são universais em si, por que semeadas pela prepotência, o nepotismo e o preconceito, na verdade trouxe impedimentos a liberdade pessoal, então as relações humanas sofreram um reducionismo a partir do prisma de quem pode e de quem manda…

Num mundo de provas e expiações como o nosso querido planeta Terra os conceitos de maior ou menor, os de raça, os de condição sexual e tantos outros já deveriam ter sido no mínimo diminuídos seus efeitos numa escala mais ampla e profunda, dado as consequências que temos observados ao longo da nossa história de vida. Nos achamos o “ser mais evoluído da natureza”, mas somos capazes ainda de isolar, discriminar e separar e até selecionar nossas relações por esses valores tão pequenos…

E neste ponto voltamos ao ensino do Mestre Jesus: “Ama ao teu Deus de todo seu entendimento”. “Isso por si deveria constranger as divergências religiosas.” E Ele recomenda: “Ama ao teu irmão como á si mesmo.”, regra moral que se vivida com espontaneidade teria extirpado todo tipo de preconceito nas relações humanas, mas não alcançamos ainda esse degrau de autenticidade espiritual…

Por essas condições e outras de iguais dificuldades, sofremos no contato com o próximo, quando na verdade deveríamos expor o prazer de ser, de viver, de pensar e sentir, respeitando nossa própria individualidade, utilizando literalmente os recursos espirituais nos campos morais, emocionais, psicológicos, sem nos deixar oprimir pelas opiniões e posturas alheias, que nas mais das vezes não combinam com o nosso de ser, fazendo valer o amor por si mesmo e o respeito ao próximo, sem nos adulterarmos pra agradar aos outros, ou a posição social e mesmo profissional que por ventura estejamos almejando, por que além de caracterizarmos essa relação num prisma de submissão, podemos estar valorizando tendências que marcam com desgosto e decepção, frustração e o abandono de si mesmo, perdendo valiosa oportunidade de mostrarmos á sociedade em desmando, que trazemos no coração amor, fé e idoneidade espiritual, fazendo nosso papel de ajudar  o mundo a melhorar pra atingir o degrau da regeneração de que tanto se fala nos dias atuais…

***

A fé é o silêncio da força que persevera mesmo diante das mais contundentes adversidades.

Ademário da Silva…

02/novembro/2012

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