Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

De um ponto para o amanhã...

Degraus do Tempo…

Rimas, aparentemente incongruentes! 

***

Se a saudade afogar os seus versos

E a solidão sorrir do seu choro

Decoro é paciência pra abortar o passado

Se as pedras do caminho ferirem seus pés

A fé é o unguento que te sustenta os passos

A distância que te parece imensa é simplesmente dimensional

Se a imortalidade lhe parece um segredo, talvez seja o medo de mudar.

Se o Pai lhe parece distante, pensa um instante e ouça o próprio coração,

Um aparente abandono lhe sustenta os sonhos nas asas da imaginação

Abra suas próprias páginas e releia os teus pensamentos

Atualize teus sentidos em versos sustenidos num poema ainda incompleto

Bem de perto o tempo vela por seus medos tecendo outros enredos

Degredo neste corpo perecível, incrível daqui á pouco termina,

A mina de luz então se abre em outras paisagens

Que não serão mais miragens de um simples deserto provação,

Entre a raiz e a flor a distância é tão curta

Que feridas, saudade e solidão serão versos numa outra canção,

Ouça a voz da intuição, na emoção que não te abandona,

O eco da eternidade que te faz compreender as leis,

Componha ainda no tear da necessidade o manto da liberdade,

A humildade é o silêncio da luz e do amor que acredita em si mesmo…

No impulso dos ideais que os tutores te ensinam,

Ouvindo os sinos dos templos imponderáveis em todas as rimas,

Que vem de cima, reflexos sutis da mesma convivência,

Por que a ausência não existe no Universo!

Polens da mesma semeadura espalhando clarões,

Misturando possibilidades numa mesma verdade, recriando emoções,

Ainda tão cruas, carentes do fogo que apura o diamante num instante de luz

Voe como a águia pra montanha, mas não pare e não desista, tudo se renova.

Hoje essas pedras que parecem tão duras no seu caminhar, e calejam seus pés…

Dar-te-ão a força da longevidade, das latitudes e longitudes.

Espera, confia e anda,

Procure, aprimore e sonda,

Ronda como luz que não se ausenta embora seus olhos não vejam.

Mas, siga como os ventos que desgastam obstáculos,

No espetáculo das transformações.

A idade é a luz da experiência existencial.

Não atires mais pedras em vão como símbolo de mentirosa salvação,

A consciência será sempre a sentença da obrigação,

Pois, nela é que moram as leis da evolução!

A pedra e o papel são só instrumentos de explicação!

Semente no seio da terra sempre se abre desacompanhada,

Materializando seus frutos sem se sentir abandonada,

Sabe os caminhos da luz e os segue em seus impulsos naturais,

Viva tão somente, confiante, consciente e responsável,

Que o verso da vida de quem faz, atura e  cria,

Será sempre reciclável em um novo dia!  

Nos caminhos do amanhã...

Luz é um sonhos para se realizar em cada reencarnação…

***

Ademário da Silva &@& 1º/julho/2012

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