Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

médium em resgate...

No mesmo barco!!!

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Meus amores, meus amigos, meus afetos

Minhas dores, meu umbigo e meus decretos

Meus suores, meus sorrisos indiscretos

Meus valores, meus pendores e temores mais secretos

Os meus passos, meus compassos, os meus traços, meus abraços

Os meus versos, adversos, controversos e confessos

***

Minha rota, minha aposta, minhas costas

Minha raça é a esperança que a criança se refaça

E toda traça, carapaça e a carcaça se destruam

Minhas luas, minhas ruas, minhas musas e compromissos

Minhas dores, minhas flores os meus versos são autores

Dos caminhos, dos atalhos, dos retalhos e cerzidos

A poeira, o cansaço e as minhas rugas

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Minha mente, minha lente, minha gente não enxuga

Minha alma não desmente e não derruba

Liberdade é a verdade de quem chega e não se senta

Só esquenta o aconchego quando é simples o abrigo

Minha reza é cantiga trava língua de que tem pressa

Olho o tempo, ouço o vento, bebo água numa rima

Que a Cristina temperou

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Minha rima preferida...

Minha dança ainda é jongo que Angola ainda me ensina

Minha régua não dá trégua pra preguiça em minha lida

Minha palavra, minha rima e uma moringa

Minha sede, minha rede sem parede e minha dor já não respinga

Beija-flor, João de barro, sabiá e uirapuru…

Salgueiro, baobá e hortelã

Serenidade, harmonia e mente sã…

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Meus enredos sem segredos e os meus lastros

A minha fala tem o pensar dos meus tutores

Meus amigos, meus afetos e meus amores

***

Liberdade sensitiva, intuição interativa é o meu modo de pensar

São os livros minha fonte á saciar

Minha fome, minha sede e a vontade de mudar

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Minha mesa madrugada luz acesa

Pensamento, olho aberto e sentimentos livres

Medianímica, intuitivas rimas ricas

Parceria no contato, no compasso e no retrato

Identidade, afinidade livre horizonte

E só por gosto, alegria e tom sonante

Flores se abrem como fêmeas em lindo cio

Exalando seus perfumes tão divinos

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O sol se esconde lá pras bandas orientais

A lua acende sua luz inspiradora

E os ancestrais me sopram versos, me sopram temas e muito mais…

E como sei que instrumento não se nega

Eu trago régua, um compasso, um sorriso e um abraço

Faço uma reza e não me prendo na cartilha

Vivo momentos noutros tempos desta vida

Esqueço medos, esqueço dores e feridas

E a emoção me lava a alma e a cicatriz

Faço uma tarefa, aprendo muito e sou feliz!

***

Ademário da Silva @&@& 11/abril/2011

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