Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

Reordenas teus sentimentos...

Reordenas teus sentimentos...

Ciúmes não é amor

O mesmo sol que beija as flores se deita sobre a lama

E a lama que prolifera germes germina o lírio

E a flor mais linda que magnetiza o pássaro, aceita moscas

E o sol que aquece e vivifica seca e gera incêndio

O amor que ampara, materniza e sublima

É o mesmo que corrige, silencia e distancia

Por que o amor que não se vive é semente que não germina

O amor é a excelência e o ciúme deficiência

O amor fecunda e liberta

O ciúme aprisiona e deforma

O ciúme se manifesta em tons menores

Nos estertores do desespero

O amor não apela, emana como a brisa em pleno oceano

Não têm planos, enredos ou camarilhas

Como se a geometria lhe abrisse empatia

O ciúme é covardia que o desequilíbrio engendra

Na tenda do desamor

O vento que dança com as nuvens gerando tempestades

Modifica as paisagens andando á paisana

Refrigera a choupana onde vive a parceria e a simplicidade

Em sinuosa velocidade prolifera odores naturais

E como o amor cumpre seus papéis

Em cada lance, circunstância e atitude

O amor é a plenitude do ser e de ser

Enquanto o ciúme é razão constante do sofrer!

A mesma mão que acaricia afaga

A boca que beija ensina

Olhares provocantes também mostram horizontes

O mesmo corpo que sensualiza a relação

Caminha por devoção á vida e ao trabalho

O mesmo seio que se insinua sob suaves tecidos

Atenua a fome da cria em seus vagidos

O amor é vida e compreensão

O ciúme ausência da razão pra viver!

A vida é muito mais do que egoisticamente se pensa

Sentença do Criador

Ama ao próximo como a si engendra emoções

Assim em todas as feições que o amor se manifesta

Deixa teu coração em festa de fraternidade e compreensão!

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O ciúme…

O ciúme é um vírus que contamina o coração de quem não sabe amar verdadeiramente, sem medos…

Ciúme é conceito de posse sobre as carências do próximo (a). Variante do desequilíbrio emocional a se esparramar pela insegurança de ser ou não ser. Amor que se dá não se pede de volta se não vira troco de troca indevida, ferida que não se fecha, brecha de desconfiança…

Quem dá o faz por que quer e não por obrigação. Amor que quer se sustentar no ciúme como prova de existência real, perdeu a referência de prazer que está na liberdade de ser, viver, pensar e sentir sem rédeas ou cabrestos…

Ciúme nunca será o tom de um bom relacionamento, por ser castrador por essência.

Amor que ama por perto

Não desama na ausência

Amor é vibração da alma

Que tem a liberdade em parceria

O ciúme é erva daninha á parasitar as emoções verdadeiras…

Ademário = 21/08/2009

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