Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

Meu espelho pelas vias da imortalidade...

Meu espelho pelas vias da imortalidade...

A PSICOGRAFIA do papai, hoje um espírito amigo!

Meu filho, que grande benção poder lhe escrever hoje com tanta gente aqui e aí, esperando vez! Eu achei que nem ia poder, mas foi possível.

Filho, ao longo dos anos pude acompanhar você e a todos em nossa família, vi você tornar-se um homem, e o mais importante um homem de bem. Sempre me orgulhei muito disso. Recebi de Deus a graça de um filho honesto, trabalhador e consciente de seus deveres. Não quero que você pense que não sei disso, filho.

Mas gostaria que você pensasse bem nos seus problemas e na sua vida nos últimos anos. Trabalho não é tudo na vida, filho. É importante, mas quanto eu não daria para poder abraçá-lo algum tempo mais, acompanhar você um pouco mais, estar presente um pouco mais.

Você tem essa chance filho, então não a desperdice, está bem? Olhe á sua volta, prestando atenção desta vez. Talvez você veja muita coisa que o surpreenda.

Diga á todos que os amo demais e que daria tudo para tê-los nos braços um único minuto que fosse.

Acompanho vocês sempre que posso, e sempre fico muito feliz com o que vejo pôr mais que haja problemas e até desentendimentos, vocês se amam, e é muito mais do que eu poderia pedir a Deus que me concedesse.

Um grande beijo filho.

Se Deus permitir, escreverei mais vezes e então poderei contar um pouco de tudo que me aconteceu desde que cheguei aqui.

Pôr enquanto saibam que estou bem, sou feliz e o que mais peço a Deus, é para ver vocês felizes.

Cuidem-se bem, todos vocês.

Todo o meu amor

Francisco Ademário da Silva. (10/out./1910 á 11/março/1954)

Centro Espírita Caminho da Luz.

São Paulo, 02 de dezembro de 2001. 15h45min.

Jardim Anália Franco – Vila Formosa.

Apreciações necessárias… E emocionadas…

Hoje, depois de tri – reler uma mensagem psicográfica ditada pôr ele, lá no C. E. Caminho da Luz, recebida pôr um (a) médium que desconheço, e aqui a recíproca é literalmente verdadeira, mergulho nos arcabouços da minha memória e constato a veracidade das palavras colhidas mediunicamente. Sim! Tanto aqui quanto acolá tem muita gente esperando vez!

A saudade cria expectativas diversas e inusitadas. E a mediunidade abre a casa do reencontro nos quintais da afinidade!

A mediunidade é o veículo de ligação, ponte de acesso ao reencontro fluídico emocional. Faz-se realmente sala de estar e de se entender. E por estar em dimensões etéreas à sensibilidade é a porta de entrada.

Na geometria do destino sua fala ressurgida dos escombros da saudade, não tem a cor de elogios inúteis, se faz bissetriz sabiamente traçada, dividindo os ângulos da alegria e do compromisso em partes iguais. Explicitando o vórtice do destino num plano cartesiano, que obedece aos ditames da Lei Maior.

Os valores positivamente maiores estão sempre acima da linha do horizonte e se movimentam pra frente sempre.

Recordando o Livro dos Espíritos no capítulo sobre as Leis Naturais, podemos entender que já não é apenas a Lei de atração, que se nos vincula os passos; mas que a lei do amor já enquadra-nos o destino numa esteira de comprometimentos mais profundos.

Deixemos então que as humilhações vividas permitam que escoe pelo esgoto do personalismo, as nossas vaidades e hipocrisias, egoísmos e orgulhos para que o nosso coração tenha mais espaços livres para sentimentos maiores e consentâneos com o aprendizado espírita.

Alguém já disse em estado de felicidade “Quem sabe á que veio não tem medo de voltar” Sic!

A lucidez demonstrada pôr ele não nos permite tergiversações sobre triângulos incongruentes, baseados em nossa dúvida e incertezas.

Decididamente nós não ficamos sozinhos. A presença física mensurável escapou pelos desvãos da morte humana, mas seu espírito livre das injunções da matéria, erguendo sua bandeira de fraternidade, solidariedade e de amor ao próximo e aos seus, permaneceu segundo suas possibilidades e a permissão de Deus, juntos aos filhos e afetos.

O que quer dizer que enquanto nós permanecemos longe, como se Guaratinguetá fosse uma cidade proibida, cujas portas se fecharam guardando um segredo indevido, como se fosse pecado olhar pra traz; ele buscou permanecer junto a nós.

Guaratinguetá foi à cidade onde ele desencarnou em 11 de fevereiro de 1954, a Rua Monsenhor Fellipe…

E dois anos após essa ocorrência mudamos pra São Paulo para morar na casa que ele construiu e deixou-nos como herança de suas preocupações paternas e conjugais…

Pôr isso suas palavras traduzem a pintura da vida numa moldura de emoção e seriedade.  Mesmo de uma outra dimensão da vida, a afinidade e a afeição traçando carinho, respeito e orientação.

Pai, na cabeceira da mesa, os filhos em volta, e, suas palavras traçando diretriz, orientando e reorientando. Reconhecendo erros e acertos, defeitos e virtudes. Reafirmando ciência sobre os fatos e ocorrências.

Agradecendo ao Pai a oportunidade recebida.

Reitera preocupações conosco na proporção da própria experiência existencial. Aconselha e pega no colo sem contrariar nossa maturidade.

Preconiza misteriosamente. Sic! “Olhe a sua volta, prestando atenção desta vez. Talvez você veja muita coisa que o surpreenda”.

Reafirma seus bons sentimentos em relação a todo grupo familiar.

Abre a cortina dos próprios sentimentos acumulado nas dunas da saudade.

Sic! “Quanto eu não daria para poder abraçá-lo algum tempo mais, acompanhar você um pouco mais, estar presente um pouco mais.”.

Ai retoma o cetro da paternidade: “Você tem essa chance filho, então não a desperdice, está bem!”

É…  O poeta foi plenamente feliz!

“A vida é mesmo uma missão”.

Só sabem quem viveu

A morte é uma ilusão

E quando o espelho é bom

Ninguém jamais morreu!”“. (João Nogueira)

Ao redigir parte da ata existencial, papai sentencia a lavratura de emoções guardadas no escrínio do tempo, nas folhas vivas da imortalidade.

Eu reencarnei á 1º/março/1951 e esta psicografia me foi outorgada em 02/dez/2001…

Papai chegou nesta atual reencarnação em 10 de outubro de 1910 e voltou á pátria espiritual no dia 11 de fevereiro de 1954, ás expensas de um infarto do miocárdio, fulminante, que o fez cair do 2º andar de um edifício que ele construía na cidade Guaratinguetá, interior de São Paulo, causando avarias gerais em seu corpo físico, que em caso de sobrevida deixaria seqüelas irreversíveis.

Seus filhos pela ordem de chegada: Vitor Ademário, Benedita Tereza e Romualdo Ademário e a Marisa que desencarnou com um ano de vida e segundo relatos de minha tia Maria Benedita da Silva, ela Marisa reencarnação de minha bisavó Lodobina ( a nossa mãe Bia), que se manifestara  num centro espírita em Santa Rita do Sapucaí, falando sobre esse retorno e que depois disso não voltaria mais no grupo familiar  (1º casamento com a Sra. Sylvia de Cássia.

Iracegildo Ademário (já desencarnado), Ana Maria, Ademário, Marcelo Ademário  e Ezequiel Ademário (2º casamento com Maria Benedita, minha mãe, que trouxe do seu 1º casamento com o Sr. José de Andrade, Claudete de Andrade, que se tornou enteada do papai)

Ademário da Silva – 22/agosto/2008 #*#*#*#* SOESFALUZCA

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