Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

DEUS E A NATUREZA!

O perfume da flor não é o fruto vaidoso da natureza, mas o desejo Divino de que vivamos bem!

Respeitar a natureza é apenas oração obrigatória na pauta das nossas tarefas!

Deus identifica o perfume que exalamos e escolhe o jardim onde precisamos viver!

A natureza é mãe da harmonia e das nossas necessidades!

A água sacia, o sol aquece, a floresta perfuma e alimenta.

Por ordem Divina trabalham e se equilibram entre si a própria vida!

A natureza humana tem em seu ‘DNA’ o princípio espiritual!

O dia que a ciência respeitar o Espírito, o conflito se desfaz; a certeza cresce, a tristeza perece, a riqueza se dissemina e a igualdade que hoje só nos seduz, fará luz para os próximos milênios!

A água que a sede se-nos sedenta, fomenta a higiene e o equilíbrio entre os reinos naturais, permitindo crescimento e evolução, manutenção e perpetuação das espécies no agreste e no deserto, mares, rios e florestas…

Essa mesma água que se manisfesta em tons diferentes. Que ora é um ôlho d’água e se transforma em riachos, regatos e rios. E se se-nos cobre e a toda natureza em forma de chuvas, que são estímulos vitais. E ora se enfurece e em tempestades parece dor que tudo destrói. Depois se acalma e desfila serena nas planícies em forma de lagos que as margens enriquece. E nos rios caudalosos, gigantes aquosos, despenca em lindas e imensas cataratas, cascatas de designers atrevidos e possantes, que se nos encantam os sentidos, provocando respeitos e louvor.

Frutos e peixes, iguarias pelos ares e nos lençóis d’água que surgem dadivosos no seio da mãe natureza, ratificando a Paternidade Divina á se preocupar com seus filhos em seus reinos de expressão evolutiva.

A logística do Criador que tem como elemento de manutenção e carinho o amor, tudo prevê, de nada se esquece e só nos pede reconhecimento e prece qual forma de agradecimento.

Ah!… e os ventos alísios e minuanos com planos de tempêro e equilíbrio, compatibilizam o calor e o frio, respeitando necessidades gerais. E as brisas dos mares, penhascos e grutas incentivando-nos os passos nas lutas cotidianas, compensando energias ao final dos dias, conduzindo-nos aos repouso, para que o nosso corpo se recompanha sob as luzes da lua e das estrêlas emolduradas nas expressões da noite, que nos enchem de alegria e encanto como num pranto de louvor e mistério.

E enquanto alma liberta das refregas humanas, adejamos timidamente os portais de planícies espirituais, quais crianças no seio da vida á se alimentar de esperanças e forças, luzes e alegrias, por que instintivamente sabemos, que em poucas horas as portas da noite se fecham e num processo transmutante, o dia esfusiante, radiante, iluminado e feliz nos braços do sol, aperta as teclas da vida despertando-nos para a lida necessária. A nossa luta diária!

Mas, durante o sono do corpo, soltos em outras dimensões da vida descobrimos entre perplexos e extasiados a natureza mãe, ou seja, a natureza espiritual, e, por que estamos deslembrados, desacostumados e obliterados pelas condicionantes humanas, não conseguimos explicar para nós mesmo as grandiosidades, as sutilezas e o modo operandis dessa natureza magnifica, onde o pensamento, o sentimento, o conhecimento e a experiência são a hipotenusa das nossas percepções. Então, a luminosidade ou sombras, a beleza ou a fealdade são molduras que emanam do nosso modo de ser.

A dinâmica, a velocidade e as possibilidades são tantas e tão complexas que chegam a embriagar-nos os sentidos, e não conseguimos ver e sentir com os recursos do espíritos e ficamos patinando na incapacidade dos recursos humanos. Mas, Deus em sua misericórdia nos permite captarmos sensações e vislumbres, ainda que diminutos e fugidíos, o que já se nos enche de emoções inusitadas, que se fixam em nossa consciência quais bençãos á reequilibrar-nos os sentimentos e a razão, acendendo em nós a fé e a esperança…

Por essas razões que o Espírito de Verdade asseverou: Espíritas amai-vos, eis o primeiro ensino! – Instruí-vos, eis o segundo!

A natureza é um manancial de recursos dispersos estrategicamente nos lençóis do fluido universal, que se nos permite a caminhada evolutiva, num processo de aquisição constante, segundo o esforço que fizermos rumo á ascensão espiritual…

Quando permitirmos que Deus venha morar na raiz da nossa vontade, o jardim do nosso destino será uma flor de felicidade!

Ademário da Silva. 12/maio/2006.

Retocado em 19/abril/2009

SOESFALUZCA **** Soc. Esp. Facho de Luz e Caridade

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