Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

Viagem ao interior de si!

Virar as páginas do seu coração

Reflexão imortal, afinal a dor é transitória

História de si nos seus próprios confins

Um ano novo não pode ser ilusão de novo

Olhar atentamente cada emoção vivida em modo de isenção!

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O calendário humano não sustenta seus sonhos

De novo mergulhas em promessas, de habituê, com pressa

Esquecendo que a chuva que se derrama das nuvens não é magia

Fenômeno de harmonia entre o calor e o frio

Rouba dos rios seus respiros e soma os diferentes elementos

E na dança dos ventos tempera o clima e fecunda a terra!

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Leia a tua história por dentro

Nos escaninhos da memória as imagens dos teus impulsos

Reveladas em tons claros e escuros, alegres e sérios

Ás vezes a escuridão é imensa e você pensa que não pode atravessar

Verás como num mosaico um arco voltaico de forças em desalinho

Gerando tempestades, que são necessárias enquanto resultado de forças antagônicas

Encontrarás Verônicas e Iscariotes em mala direta na desarmonia

Como seus dias que preferem noites pra fugirem de si

O calendário termina e a visão se extenua

E a promessa é um atalho que te tira da rua do auto-reencontro

O dia termina assim como os meses e anos e os seus planos no croqui!

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Tua vida é uma iguaria divina na mesa das oportunidades

Como um pintor escolhendo folhas e imagens

Vira as folhagens do tempo, medindo ângulos e tons

Misturando sombras e luzes em favor do talento

Um momento de alegria como um dia aberto nas fraldas da noite

Conheça-te a ti!

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O teu interior é o templo de suas criações, raiz dos teus gestos

‘Vá e não peques mais’, falou o meigo Galileu

Decore-se por dentro com cores de coragem em tons de amor e luz

E qual capela Sistina pedindo verdades, destemor e liberdade

Acenda-se a si mesmo num fogo de refazer

Em cada página do teu coração uma vida, uma emoção, um amor decoração

Um calor espiritual em teu designer areja as paredes do teu ser

Cores morais brilhando por si, diamantes de ti

Emolduram-te a própria imagem

Basta-te apenas o auto garimpo, tirar á limpo a própria vida!

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A dor só se extingue quando sua luz se inflama

A saudade se esvai quando almas se encontram e os corpos só são instrumentos

A vida infinda do hálito Criador emana

As leis que lhe orquestram o compasso são imutáveis e irredutíveis

É por si que cada consciência cresce

Envolta em preces de louvor!

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Eis que rezas e rituais, promessas e vestuários

Promitentes da ilusão esvaem-se aos primeiros tons da realidade

Procure em si seus dons divinos, adulto e menino em séria alegria

Deixa abrir a flor dos seus encantos nos canteiros do adverso

Que os ventos erosivos da renovação chamados sofrimentos ebulem-te a evolução!

***

Tu és cria que Deus pôs no mundo e no tempo

Tu és luz que Ele acendeu

Ama como a si e ao próximo se ama

Que a dor e o sofrimento serão um momento inerte nos braços da tua própria redenção!

Ademário da Silva – *** 30/dezembro/ 2008

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