Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

SOBRE SER BRILHANTE

Nelson Mandela

Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados.
Nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida.

É a nossa luz, não as nossas trevas, o que mais nos apavora.

Nós nos perguntamos:

Quem sou eu para ser Brilhante, Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?

Na realidade, quem é você para não ser?

Você é filho do Universo.

Se fazer pequeno não ajuda o mundo.

Não há iluminação em se encolher, para que os outros não se sintam inseguros  quando estão perto de você.

Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós.

Não está apenas em um de nós: está em todos nós.

E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.

E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros.

A humildade é a consciência de si e do seu próprio valor!

É esquisito, ou no mínimo estranho, a interpretação que se busca sobre a humildade nas relações sociais.

É muito comum ouvirmos serem chamados de humildes os que são pobres. E também é comum pessoas desletradas serem chamadas de simples.

Exemplos assim existem ás centenas. Se é por erro de aplicação adjetiva ou de um excessivo cuidado para não ser deselegante, ou o medo de ser criticado, isso é discutível, Mas, que há excessos de dedos hipócritas nessa relação não se duvida.

Ser simples é se apresentar constantemente desprovido de ostentações, afetações quaisquer, ou de vaidades gritantes. É falar com moderação, ouvir com educação e responder com discrição. Simplicidade não combina em gênero, grau ou número com analfabetismo, ignorância ou mesmo desinteligência (será que isto existe?), muito menos com pobreza.

A humildade é o brilho moral da consciência que já não mais se ilude com as fantasias e ilusões do mudo de relações; e sabe como está e aquilo que quer de fato por que se lhe acrescenta à alma e não às aparências que se desfazem pelos usos e costumes.

A infância, a juventude e a maturidade são estágios transitórios de apresentação ou manifestação do espírito no palco da lida humana. E não há cosmético que evite o desgaste epidérmico. O elixir da longa vida é só a ilusão mais comprida e mais decepcionante que se tem notícia.

Não estamos aqui simploriamente de passagem, mas, numa estação da viagem evolutiva. A nave placentária abre suas portas e se nos expulsa de suas acomodações, afim de que, quais garimpeiros de pedras preciosas que fazem a nossa consciência brilhar, nos coloquemos á trabalho em prol de nós mesmos.

O que recebemos no abrigo paterno são recursos de orientação e alertas, são preparos e experiências menores que se nos preparam pra pormos os pés no mundo, ou seja, tudo que se nos vai valer é o que fizermos por conta e risco, assumindo responsabilidades e conseqüências.

Carências e dependências são jóias sem valor e há muito em desuso nas trilhas da responsabilidade individual. São mesmo como quinquilharias, bijuterias de estranhos designers, que pesam na contabilidade da mesmice e da falta de coragem existencial, empanando o brilho que deveria colorir a apresentação dos “talentos” ao Senhor da vida, quando reassumirmos a dinâmica da vida espiritual, ao pisarmos pela enésima vez a plataforma tumular, dando adeus ás ilusões do mundo das formas.

Como nos alerta Nelson Mandela, ser humilde não é omitir o próprio brilho, esconder os seus talentos. Não é ter vergonha de saber e fazer, de criar e recriar quantas vezes se faça necessárias até que se atinja o mais bonito, o mais bem feito e principalmente o mais encantador………………

Ser humilde é descobrir o cheiro, a cor, o tom e o sabor da luz sem fazer alarde. É aplicar o talento adquirido na bolsa dos valores fraternais, investindo em amizades, amor ao próximo e a si mesmo. É fazer o que pode sim, mas, cada vez que pode fazer o melhor que deve, por que aprendeu como se escreve, como se fala, como se doa; é incondicionar ás próprias atitudes e gestos pelo apreço á harmonia e a paz. Entender que a felicidade é sempre o resultado mais imediato do trabalho e das aquisições espirituais…

Ser espírita é estarmos de posse da consciência de que somos filhos da luz. Jesus declarou a mais de dois mil anos: “Sois deuses e podem fazer mais do que Eu fiz”.

Negar essa possibilidade é negar a própria origem. É ter vertigens diante do trabalho, é vestir-se das ilusões passageiras como se fosse aquela túnica do banquete espiritual á que fora convidado, mentindo a si mesmo e se perdendo nas sombras das ‘alucinações’ premeditadas e anunciadas que só a preguiça mental engendra.

“Nós nos perguntamos:

Quem sou eu para ser Brilhante, Maravilhoso, Talentoso e Fabuloso?

Na realidade, quem é você para não ser?

“Você é filho do Universo”. – Nelson Mandela

Ser filho do Universo é muito mais do que se pensa. É ter ciência de imortalidade, consciência de ser filho de Deus, escapar aos condicionamentos e aprisionamentos de um mundo de provas expiações. Sentir em seu âmago as leis divinas e naturais e deixar de sonhar com o que serás e começar a construir por seus próprios talentos o que já és.

E se perguntar:

Qual a melhor maneira de ser brilhante, de se Maravilhar maravilhando os seus. De adquirir, viver e explicitar talentos do modo mais simples e natural.

De ser fabuloso em seu modo de pensar, sentir e ser, criar e fazer por que foi Jesus, o Cristo quem ensinou. Não foram as escolas narcisistas, imediatistas e confundistas desse mundo de provas e expiações. Filosofias materialistas e religiões sistematizadas.

Mas foi Jesus, o Cristo que disse simplesmente: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai, se não por mim”.

Acredite em si e faça por si, por que o teu próximo sempre recolhes do que és e não do que tens no prisma material…

 

Ademário da Silva

Sociedade Espírita Facho de Luz e Caridade

SOESFALUZCA *** 13/ dez. / 2008

 

 

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