Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

Um triângulo amoroso

No campo das relações mediúnicas a dinâmica de obrigações se configura mesmo como um triângulo amoroso. A tríade espírito protetor, médium e compromisso se interagem na razão combinada de necessidades, compreensão e lucidez compreendidas no âmbito de parceria e afinidade.

O trabalho é comum, necessário e saudável tanto ao espírito quanto ao médium; a parceria se calca nos degraus de afinidade existente entre ambos. A afinidade pressupõe condições de avanço moral, intelectual, psicológica e emocional entre ambos.

A consciência que cada um, médium e espírito desenvolvem no esforço comum  que a tarefa de aprendizado, dedicação e amor ao próximo, exige, amplia na razão multiplicada da contribuição de cada um. O que demonstra que quanto mais eles combinarem e se esforçarem no mesmo sentido e direção, o trabalho ganha em eflúvios amorosos e fraternos. É assim como edificar uma moradia, Começa-se abrindo desenvolvendo projetos comuns de atuação, preocupação e responsabilidades. E isto o estudo e a convivência é que permitirão as condições de avanço atualizadas pelo carinho e o respeito, aplicados ao compromisso.

O terreno de em que se deve desenvolver essa edificação, comumente é a casa espírita. Aí é que os alicerces serão abertos na direção do futuro de paz e satisfação moral. Depois cada livro lido e estudado da codificação representação os tijolos que erguerão as paredes de proteção e convivência, regozijo e sacrifício, que serão a argamassa de fixação desses tijolos na ordem geométrica de prumo e linearidade, que permitirão que essas paredes permaneçam em pé ao longo do tempo das necessidades humanas.

O médium, assim como o espírito, precisa de entendimento básico dessa relação, que é a compreensão de que ambos pertencem em termos vivenciais á mundos diferentes, com dinâmicas e estruturas ambientais que se interagem, mas não se misturam no sentido literal do termo.

Eles têm experiências existenciais diferentes, por que possuem personalidades desenvolvidas em modos singulares á capacidade de cada um e com histórias de vida diferentes. Nem sempre viveram as mesmas experiências, e mesmo que assim fosse, teriam tirado aprendizados que um ou outro não tenha alcançado.

Nem sempre viveram essa disposição história: um encarnado e o outro desencarnado, mas com certeza viveram experiências comuns e contemporâneas, por isso em algum tempo da imortalidade conseguem se encontrar e se comprometerem em tarefas de interação e comunicação entre o mundo físico e o invisível.

Na geometria da vida, os ângulos da base de um triângulo de relação são congruentes ao ângulo do vértice e geram uma reação recíproca de equivalência de intenções, necessidades, recursos e disposições morais, capacidade intelectiva e força de busca de melhoria.

Espírito, médium e o trabalho configuram esse triângulo e cada um tem um valor que será sempre graduado na razão do esforço que as duas mentes combinadas entre si, apliquem no trabalho enquanto ângulo de sustentação de ambos.

Enquanto figura de linguagem criada para explicar, essa disposição geométrica nos mostra que o médium que não quiser trepidar por sobre conseqüências desnecessárias e dolorosas tem sempre que estar atento a sua posição e o seu valor angular na base desse triângulo de amizade. A bissetriz principal é a humildade que cresce da base para o alto sem titubear em seu traçado, sem avançar indevidamente por sobre os direitos do outros, sem distorcer os valores reais.

Aí, os catetos adjacentes e opostos multiplicados pelo esforço de médium e espírito alcançam a hipotenusa da luz, da fraternidade e do amor ao próximo, ampliando a capacidade de sustentação desse triângulo pela qualidade do trabalho realizado sob os cuidados do Mestre Jesus.

Na equivalência dos valores propostos no campo da ajuda, cooperação e responsabilidades, tanto em transe mediúnico, seja ele psicofônico, psicográfico ou intuitivo, como na tarefa de auto burilação e renovação através do estudo, do compromisso e da vivência, os frutos pertencem á Jesus, mas a tarefa de semeadura, cultivo e colheita são obrigações comuns ao espírito e ao médium.

O teto da vida se sustenta em ângulos de triângulos combinados, paralelas que se abrem quais abraços na proteção dos comuns. Sejam eles familiares, amigos ou inimigos, sejam os próximos que amanhã serão amigos.

Portanto se na base da humildade o ângulo é raso, no alto do vértice a luz é dividida por bissetriz comum.

Se o trabalho é parceria

O amor disseminação

A luz é alegria

Que faz cantar o coração!

 Ademário da Silva

Sociedade Espírita Facho de Luz e Caridade # # #  29/ Nov. / 2008

SOESFALUZCA

 

 

 

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