Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

Poema de imortalidade explícita

 

Seus versos Meirelles Poeta, são quais courbeilles de luz

Reluz a simplicidade de um amor implícito

Por isso Cecília, a vigília da humildade se faz imortal

Acervo de experiências repetentes

Sempre presentes na flor de suas rimas

Como se lhe escorresse do peito

Um ciúme desfeito pela liberdade de ser

E como a dor é um tom rarefeito e indescritível

Tua alma caminha hoje em meio aos dos versos quase perfeitos!

 

Quem me dera ouvir dos seus lábios

Os versos mais sábios

Que o teu sentimento ovula

E na projeção de fluídica hipotenusa

Ter-te como minha musa, ou ao menos enquanto amiga

Em meio as pétalas de uma orquídea

Que ao embalo de névoa sutil oscila…  Cecília!

 

E agradeço a Deus por todas as suas palavras

Brasas de um sentimento seguro

Ardente, consciente e obediente

Pingentes de um coração aceso

Luz de uma manhã menina

Que sacia seu novo pensar

Nas cores de um novo dia pra versar!

 

Rimar a consciência

Aos infindos tempos e horizontes

Dessa profunda ciência

Que se inicia naquele Monte

Nos versos de um perfeito Sermão!

 

O Sermão da Luz que dissolve as trevas

E põe versos novos em nossa emoção e reza

A reza que não é mais tardia

A gratidão qual plena alforria

Numa poesia Cecília rimas a vida e o passar!

 

Passando do pretérito ao futuro quase que perfeito

Conjugando agora em terceira pessoa

O verso que não cisma mais o pensar

A rima que não mais se ilude

E não mora mais no abstrato

A simetria que deixa de ser só sensação

E enriquece a razão da emoção!

 

Aos seus olhos o sol não mais se apaga

E a lua deixou de ser uma quimera

A estranha espera de uma ilusão que não vem!

 

Hoje seus versos maduros

Apagaram a sombra e o desdém

Constituem sentimento seguro

De quem ama e faz da luz o próprio bem!

 

Enxergas a vida agora menina

Sem os entraves do alqueire humano

Versos de luzes imortais

Pululam no seu coração livre e amando

O ontem que lhe era saudade

Se espreguiça na fraldas de uma nova aurora

A poesia que era um escudo

Se faz a voz feminina do seu novo mundo!

 

Ademário da Silva – 05/out./2008

Soc. Esp´. Facho de Luz e Caridade

SOESFALUZCA

 

 

 

 

 

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