Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

Minha Avó Úrsula Africana!

V iva qual vitória-régia fluídica

O scila entre a luz e a humildade

U niverso de experiências vividas

R ezando no seio ancestral e místico

S ozinha em meio às adversidades necessárias

U ntando de coragem e inteligência seus passos

L ivrando-se de injunções antigas

A mando pelo viés das certezas imortais!

A grega o que se faz disperso

F ala da Luz que não se apaga

R eúne-nos em torno do Cristo

I nspira-nos mudanças de gestos e emoções

C ala-nos a dor e o sofrimento

A mor e arte em gestos e versos luminosos!

N egra, momentânea, nos vasos da vida humana

A dere aos trabalhos de renovação na seara de emoções afins!

Ademário da Silva. ***maio *** 2005.

SOESFALUZCA *** Soc. Esp. Facho de Luz e Caridade.

Retocada em 13/agosto/2008

“Mãe Úrsula” é o codinome que a família tem por hábito de a ela se referir, quando, principalmente a geração mais antiga, decide pincelar a história do grupo familiar.

Ao que me consta, pelos escaninhos das minhas intuições, “Mãe Úrsula”, surge no cenário humano, numa senzala em fazenda desconhecida por mim, nos rincões do sul de Minas Gerais, especificamente Santa Rita do Sapucaí; aproximadamente em 1852/1859. Filha de um amor impossível entre negros de comunidades africanas escravizadas neste país, que eu amo indisfarçadamente.

Minha Vera cruz, com seus mitos, folclores e seres de luz.

Minha mãe Úrsula, trisavó, mãe de Lodobina, que se fez Bia, a mãe da alegria, que se casou com Ananias Lúcio. Meu bisavô mais preto, curandeiro e católico, quase que apostólico em meio às ervas de cura…

Que trouxeram ao mundo das formas meu avô Ademário Ananias da Silva.

Vovô Ademário e vó Teresa trariam pra mesa da vida, Francisco Ademário que foi meu pai nesta vida de agora. Ele chegou em 10/outubro de 1910 e foi embora em 11/fevereiro/1954.

Chamar os avós de mãe e pai é um costume africano, hoje em desuso, pelo simples fato de que as mulheres mais velhas, assim como os homens, cuidavam espontaneamente das crianças…

Todos já estão na erraticidade há algum tempo.

E pelos tons da afinidade

No seio de uma imensa saudade

Na verdade eu sempre os revejo

Pelos escaninhos da intuitividade

Agradecendo sempre a Deus

Pelas bênçãos da mediunidade!

Ademário, um neto, bisneto, trineto pedindo a Deus que os tenha sob o mesmo teto do trabalho e do aprendizado.

Ademário da Silva…

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