Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

Relações amorosas, Amigas e afetivas!

Na esteira da reencarnação e nos braços da mediunidade!

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Os médiuns, por que todos o somos num grau qualquer de sensibilidade, como se fossemos crianças pegas de surpresa num flagrante delito, ou seria deleite, acreditamos mais na segunda hipótese, ante o prazer do inusitado luminoso e a culpa criada pela inércia de não se auto transgredir,permanecemos demoradamente na plataforma dos efeitos e os fenômenos parecem magias inatingíveis, pela nossa insuficiência.

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Necessitamos rasgar outros caminhos, descobrir os horizontes reais do conhecimento e da obrigação. Ou seja, quebrar os padrões culturais e religiosos condicionados na memória desde tempos imemoriais. Ficamos ainda em grande maioria embasbacados ante o que se nos parece inenarrável, esquecidos de que a Doutrina dos Espíritos apregoa a luz espontânea gestada pelas leis naturais, apenas então somente por que os fenômenos se manifestam em ambiência que delimita-nos alcance de entendimento, simplesmente por que a nossa sensibilidade vive exprimida nos desvãos de cinco sentidinhos.

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Para repetir um “verso do acróstico Primeiras Letras” – “Mediunidade é um divã transdimensional”.

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– Nós entendemos que essa transdimensionalidade, nos coloca no divã de emoções e sentimentos que se multifacetam em prismas de sensações interexistenciais, ou seja, confrontamos sob os cuidados de espíritos amigos e o nosso consciente com o inconsciente. Movimentando-se assim a memória integral e a saudade, a lucidez e o indecifrável para o momento nos escaninhos limitados da memória objetiva. E aí, uma tempestade de sensações jorra das telas da imortalidade, molhando-nos a alma em afeições e contatos inusitados pra consciência que se apega por condicionamento aos horizontes menores do agora.

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A subjetividade dos sentimentos e sensações, lembranças e medos, se consorciam num plano de forças e luzes, de sombras e tíbios envolvimentos que não nos permitem, enquanto inexperientes, a lucidez e a nobreza de raciocínio e o entendimento. E como o esquecimento é lei inabordável pela vaidade humana, nos detemos ofuscados e perplexos ante a culpa e o prazer.

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O Pai deseja-nos a evolução, a nossa própria consciência é quem sentencia-nos a liberdade de expressão e de atitude, ou a detenção em sentimentos menores e escravizantes, que se nos estacionam ou fazem-nos avançar na senda evolutiva.

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A árvore da vida transitória cobra flores e frutos, umidade no ar, humildade de ser. Ao ser humano, na verdade espírito imortal, Deus lhe pede amor, entendimento e humildade. “Cada consciência evolui por si”, o sentimento de fraternidade e solidariedade tem que se expandir além das fronteiras do individualismo e das preferências. “Conheça a verdade e ela vos libertará”, ensina-nos Jesus, a cada vida e a cada morte, a cada relacionamento e a cada conquista, a cada choro e tristeza, a cada queda e abandono, a cada morte e a cada retorno, a cada escola e a cada transtorno. Eis a lei da sucessão de todas as coisas e seres, que nos tira das raízes da simplicidade e nos coloca a pouco e pouco em níveis mais altos de evolução.

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A Mediunidade transdimensiona-nos os sentimentos, por quanto se nos põe a frente da luz e ao lado da sombra, para que com o trabalho de aprendizado nos libertemos da dor, redesenhemos uma nova túnica, agora espiritual, para viver o amor sem exigências ou cobranças.

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A mulher que engravida, transforma o próprio útero em núcleo de percepção extra-sensorial, e com a contribuição do homem, com o esperma ectoplásmico, a materialização de espíritos imortais é plenamente palpável, após nove meses de expectativas e ansiedades. De onde viemos, para que e com quem viemos, em todos os sentidos a mediunidade se nos responde. Se conseguirmos separar o amor materno, sublime em si mesmo, do amor externo, sensorial e transitório, do amor repositório de laços e dividas, de dores e recaídas, de quedas e subidas, encontraremos almas amigas ou mesmo desafetos, no mesmo aconchego, no mesmo teto. Que não nos pedem apenas o útero como estrada oportuna, mas exigem a fatura do entendimento assim como a fartura da coragem do auto enfrentamento e da reconciliação nos escaninhos do silencio e da solidão.

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A reencarnação é a lei do reencontro, o corcunda de Notre Dame também ama, e a gata borralheira quase sempre se engana. O amor que só demora na cama pode se afogar na lama de interesses e escuridão.

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Hoje a luz raiou no horizonte, abrindo outras leiras, estendendo novas esteiras de oportunidades. Aproveitem as páginas abertas, os olhos lúcidos, a memória acesa e não coloquem mais a luz debaixo da mesa. Porque o tesouro que a traça não rói e o ladrão não rouba, carece de cofre de corações livres e lúcidos. E a oportunidade é sempre agora. O amanhã é degrau a ser construído. Afinidades são experiências conquistadas no garimpo comum, ao sabor de trabalhos individuais e às vezes egoísticos, que traduzem um gosto estranho de traumas e domínios doentios que hoje só se resolverão pelo discernimento e a compreensão. A fé e a confiança em Deus não nos obrigam fardos que não conseguimos carregar.

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Portanto as amizades só se constroem com sorrisos e nobreza de atitudes, ainda que pareçam doer. O sofrimento é lição que reconstrói. E a dor é a força que liberta-nos das sombras de um passado estranho e delituoso, embalado pelo egoísmo e pela ignorância. Instruir e amar são as asas da evolução.

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Que Deus vos abençoe!

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Ademário da Silva: médium/intuitivo…

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Primeiras Letras

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P ensar e recriar são obrigações nossas

R egistrar os nossos passos no coração do próximo

I nstituir o amor é a ponte mais próxima

M ediunidade é um divã transdimensional

E studar os próprios atos

I nstalar a mansidão no pensar e no sentir

R egressar sempre a simplicidade

A ntes da dor do abandono ou do desenlace

S omente Jesus é o Guia em todos nossos dias!

L ivrar-se das próprias sombras é a tarefa de cada vida humana

E ntender que a luz se revela no modo em que se a procura

T alento é conseqüência de estudo e disciplina

R esigna-te ante as vicissitudes inexplicáveis

A oportunidade do agora é benção de Deus

S omente tu pode equacionar tuas dores, teu destino e as dificuldades, teus amores, teus afetos e a felicidade

Ademário da Silva –

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O “Primeiras Letras” surgiu como tempestade de verão, depois do rescaldo, do estudo e da explicação as pessoas que fizeram parte dele, com exceção da minha família, disseram adeus e deixaram a emoção de terem vindo participar, e o grupo parece ter virado saudade…. (2004 até o início de 2008)

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Estiveram conosco nesta caminhada:

Antonio Joviano e Edina, Cármem Monteiro, Genésia Carneiro, Natália Carneiro, Magna, Isabel, Elita De Cássia da Rocha, Maria de Lourdes e meu grupo familiar a saber: Silvana Cristina minha esposa, Janaína Cristina, Daniela Fernanda e Vanessa Diana minhas filhas…

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