Este Blog tem a finalidade de divulgar estudos e aprendizados espíritas, tendo por prisma de visão Allan Kardec.

O futuro a vidae o tempo irão escrever...

O futuro a vida e o tempo irão escrever...

Um retrato espiritual!

Do casamento da minha filha Dani…..

Mas enfim, raios e trovões, luares e estrêlas, chuvas, tempestades e brisas conjugaram-se, configurando pela força das coisas, como nos ensinou o Kardec Rivail, as obrigações dos dois, Dani e Gledson, que depois se transformarão num destino somado de presente e passado.O destino da Dani se acoplando ao destino do Gledson pra navegar na nave da vida e recriar o destino que eu Vi’no’Inicius(Vinícius) me fazer reavô de um excelente patricius de tempos imemoriais. Que hoje ainda mora na outra esfera e carrega no peito sentimentos ancestrais.Chegou o dia vinte e um de julho de dois mil e sete. O dia transcorre no seio de um sol escaldante e como acontece nessas ocasiões, eu amanheço e não permaneço inteiro e como se estivesse dividido em dois tempos; um que eu vejo e pouca coisa anoto, por que as vislumbro no automatismo psicológico e outro que sinto e não decifro de modo pleno, está presente como sombra que fala, como se o tempo tivesse duas caras, como se feições ancestrais despontassem em vertigens caleidoscópicas e, eu sei quem são mas, não distingo personalidades. É como presentes surprêsas que as pessoas nos oferecem, a gente percebe, intui mas, não têm certezas convictas. Tudo é fugidio, são nesgas vivas de percepções antigas e tão presentes que me deixam ausente, dispersivo, minha prêta diz que estou desligado, como se eu pudesse ser fluídico sem desencarnar, como se pudesse abrir uma cortina de sombras e bem lá dentro olhar. E me dá uma vontade constante de chorar e até de não ser e ao mesmo tempo revelar aquilo que por inteiro não consigo entender.De pronto nada identifico, estou como o Aleijadinho encapuzado, se arrastando na direção da obra sobre o dorso do seu escravo, livre sem poder andar. Os minutos humanos como diria o H. Pires, são lesmas cósmicas, luzes estrobofóbicas que reveladas as imagens nelas contidas, as linhas estruturais conhecidas estão distorcidas, não são tão conhecidas como se imaginava no início, é um sacrificio de percepção em desalinho, um redemoninho psicológico e imortal. Essa é a minha condição como num momento de agonia em que a noite vira dia.O tempo se arrasta e o sol nos vergasta o dorso e o semblante, mas se aproxima a tarde, todos semi-prontos no ponto mais perto da emoção, e a noite como um orgasmo que explode no espelho da alma, surge tão linda e calma, tal a própria noiva emoldurada por um vestido de estrêlas no firmamento da emoção! O Linconl e a Etrícia com toques de velocidade, talento e perícia, retocam maquiagem e detalhes de sêda, como se uma deusa quisesse lhes fazer uma surprêsa. Minha prêta Cristina como se saísse de uma capela Sistina surge encantadora e reluzente como se os presentes fossem meros mortais. O Eduardo saca do bolso do colête uma elegância moleque e apadrinha a emoção da mana como se fosse um deus negro de Gana. A Vanessa-Miúcha-Diana como aprendiz de magia mistura feitiço e beleza e alegria que explode sempre num chôro e dá um novo tom a própria realeza.Janaína tira do bolso do tempo a atitude e a altivez e entre tons de beleza e coragem segue na carruagem dos sentimentos em foco, daqui um pouco sua mana querida, assume a própria vida vida. A Mylena em trajes de elegante falena pousa como um croqui de diamante bem desenhado no cenário tão sonhado e tão repetido nas lides humanas. O Matheus meu neto e amigo tal um autentico Ademário rouba a cena e o santo sudário, tira a sensibilidade do ministro de antigo escrínio e com elegância e sinceridade acende a mediunidade no seio da capela, apagando luzes de velas e incendiando saudades antigas nos corações de agora. E o ministro obediente e emotivo contribui inconsciente com tons fluídicos e luminíferos para magnetizar a emoção dos noivos e consolidar o compromisso conjugal. Familiares e amigos significando sentimentos exclusivos e já determinados estão no ambiente de consagração, bem vestidos e emocionalmente trajados, e até aqueles dispersos que nem todos os terços acendem uma prece, que comparecem mais como se tivessem ido à uma quermesse, pela força das coisas que a vida têm, no seio da capela também por segundos foram magnetizados.Dona Maria Benedita da Silva, matriarca da estação pioneira por razões inteiras se fez anunciar, ligando o passado ao presente, prestigiando a neta do mano a tanto tempo ausente nas lides humanas , por que residente em esfera de maior brilho,mas ele magnetizando a filha do filho se fez sentir no ambiente como saudade acesa e presente. A inspiração às vezes parece uma moleca adolescente se insinua mostra sua beleza e expressão corporal, se faz presente por de trás de cortinas e bota fogo na emoção mais rente e de pois foge da gente como se fugisse da cruz, e aí a emoção decresce, o verbo falece e nem mesmo sob preces ela reaparece, por isso aqui me detenho, homenageando todos que se fizeram presentes no casamento da minha filha Daniela Fernanda com o Gledson Corrêa, parentes, amigos, amigas, primos e primas, sobrinhos e sobrinhas, padrinhos e madrinhas do cerimonial e principalmente aos amigos espirituais que por impulsos autônomos e solidários ajudaram o Matheus a carregar o santo sudário da emoção e colocá-lo como um manto de luz sobre a cabeça dos dois recém casados. Ademário da Silva – 23/dez./2007

Ademário e Cristina, pais da Daniela!!!

Ademário e Cristina, pais da Daniela!!!


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